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Como as baratas podem ajudar a salvar vidas humanas

 

Em Havana, a barata cubana, inseto nativo de cor verde, é considerado como um bicho de estimação e o inseto até aparece em histórias folclóricas.

Entre as 4,5 mil espécies de baratas conhecidas no mundo, apenas 4 são consideradas pragas.

A maioria delas não vive perto de residências de humanos e tem um papel ecológico importante, comendo matéria morta ou em deterioração.

Algumas espécies têm cores vivas e desenhos. Algumas são criaturas sociais e tomam decisões coletivas. Outras formam pares e criam os filhos juntas. Outras são sozinhas.

Elas podem emitir silvos, cantar e fazer sons percussivos para atrair um parceiro e sobrevivem às condições mais difíceis com pouca comida durante meses. Uma espécie, a Eublaberus posticus, pode sobreviver por um ano consumindo apenas água.

A mais pesada delas, a barata rinoceronte, vive no subterrâneo, chega a pesar 35 gramas, mede 8 centímetros e vive na Austrália. Uma das menores é uma praga encontrada na Europa e na América do Norte, a barata alemã, com apenas pouco mais de um centímetro.

Uma das curiosidades é que borra de café é usada com frequência como isca em armadilhas para estes insetos.

Na medicina

Há tempos os cientistas se perguntam como as baratas passam a vida em ambientes sujos e sem problemas de saúde.

As baratas produzem o próprio antibiótico – e é um antibiótico poderoso.

Com isso, elas podem ser cruciais no desenvolvimento de remédios para enfrentar bactérias como E. coli (que causa intoxicação alimentar), MRSA (que causa infecções na pele) e outras que são resistentes a muitos dos tratamentos atuais.

Curar com baratas não é algo novo. No século 19, o jornalista e escritor Lafcadio Hearn reparou em alguns tratamentos durante uma viagem pelo sul dos EUA.

“Eles dão chá de barata contra o tétano. Não sei quantas baratas são usadas para fazer uma xícara, mas descobri que a fé neste remédio é forte entre muitos membros da população americana de Nova Orleans”, escreveu ele.

Hoje, alguns hospitais da China usam um creme feito com pó de baratas para tratar queimaduras e, em alguns casos, um xarope de baratas é ministrado a pacientes para aliviar os sintomas de gastroenterite.

Os insetos também podem ser comidos. A barata americana é uma iguaria na China.

Ao fritá-la duas vezes em óleo quente, a barata ganharia uma casca crocante e um interior suculento, com a consistência de queijo cottage. Uma pitada de pimenta dá um sabor ainda mais marcante, dizem os apreciadores.

Com o crescimento da população humana e da demanda por proteína, talvez a barata seja o futuro da alimentação mundial. Se as pessoas forem mais liberais.

É por isso que a ByControl tem biólogos e diversos especialistas que buscam proteger a saúde das pessoas com profundo respeito à biodiversidade, pois todos os seres vivos tem um papel fundamental na vida do planeta!

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151104_baratas_saude_fn

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